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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016


LIVRO DO MÊS
O NOME DA ROSA,
Umberto Eco

Um estudioso descobre casualmente a tradução francesa de um manuscrito do século XIV: o autor é um monge beneditino alemão, Adso de Melk, que narra, já em idade avançada, uma perturbante aventura da sua adolescência, vivida ao lado de um franciscano inglês, Guilherme de Baskerville. 
Estamos em 1327. Numa abadia beneditina reúnem-se os teólogos de João XXII e os do Imperador. O objecto da discussão é a pregação dos Franciscanos, que chamam a igreja à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal.Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delegações, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira história policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este é apenas o primeiro dos sete cadáveres que irão transtornar a comunidade durante sete dias. Guilherme recebe o encargo de investigar esses prováveis crimes. O encontro entre os teólogos fracassa, mas não a investigação do nosso Sherlock Holmes da Idade Média, atento decifrador de sinais, que através de uma série de descobertas extraordinárias, conseguira no final encontrar o culpado nos labirintos da Biblioteca.



Disponível em PDF em:
http://lelivros.website/book/download-o-nome-da-rosa-umberto-eco-epub-mobi-pdf/#forward

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

2016—Concertos de apresentação do projecto:
13 de fevereiro, 16.00, auditório da Escola Secundária de Santa Maria
15 de fevereiro, 18.30, auditório da Escola Secundária de Santa Maria



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

LIVRO DO MÊS: fevereiro

UM DEUS PASSEANDO PELA BRISA DA TARDE,
Mário de Carvalho

Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.


Neste romance em que a ficção se sobrepõe à História, traduzido em nove línguas e galardoado com o Prémio de Romance e Novela da APE, o Prémio Fernando Namora, o Prémio Pégaso de Literatura e o Prémio Literário Giuseppe Acerbi, Mário de Carvalho reconstitui as características culturais, políticas e quotidianas do Império Romano, sem nunca esquecer a «intercessão de certo deus que, nos primórdios, ao que parece, passeava num jardim pela brisa da tarde...»